do blog: Potencial Gestante
sábado, 31 de agosto de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
POEMA DO RAP por Dé (Mentes Urbanas DCI)
Inspirado no poema de Sérgio Vaz...
POEMA DO RAP por Dé (Mentes Urbanas DCI)
Veja só, eu no olho do
furacão, observando os dias de apocalipse, pra uns natural, pra outros FIM DOS
TEMPOS, a guerra faz estrago, na Ásia, na América Latina, veja a ÁFRICA EM
CHAMAS, você acha que sou louco, irmão? Não sou não, aqui é o BRASIL ONDE
VIVEMOS, país das desigualdades, dos POLÍTICOS SAFADOS, tô na guerra igual
você, em meio a corpos que caem, o que prevalecerá é A UNIÃO DOS OPRIMIDOS
CONTRA OS OPRESSORES.
No meu cérebro:
conhecimento, muita LITERATURA MARGINAL, no coração: o amor , a solidariedade,
e a arma principal espalhada PELAS PERIFERIAS DE PONTA A PONTA.
HIP-HOP, nosso exército
de ALMAS REAIS está formado, exército que luta pelos DIRETOS, pelas favelas e
guetos do SUBMUNDO,na lei dos homens reina a desordem e a injustiça, mas na LEI
DA UNIÃO não existe trição, guerrilheiros da rima, viver ou morrer, mas acabar
com os PROBLEMAS DA PERIFERIA, respeito entre todos, fortalecendo a guerrilha,
as crinças sendo respeitadas por suas famílias, e molecada lembrem-se: sempre
VALORIZE SEUS PAIS.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O RAP E A POESIA (parte II) por Sérgio Vaz
O RAP e literatura da
periferia há tempos vem falando de todos esses problemas que hoje viraram pauta
nas manifestações deste país.
Quando o sofredor fala ninguém da ouvidos.
Lembra?
“É som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado.” (Amilcka e
Chocolate)
“Pois é, assim que é” diria o RZO dentro do TREM.
O Racionais MC´s falou que daria um filme, mas deram vários. Inclusive
Cidade de Deus, o melhor de todos. PERIFATIVIDADE total.
Em tempos de preconceito explícito, não é fácil ser homem de aço no Brasil
(DMN) para os MANOS E AS MINAS (Xis). Se não ficar esperto é POW e PAH, PEI.
É sobre isso que a gente canta e escreve: sobre o homem na estrada em busca de
UM BOM LUGAR (Sabotage).
E aí, colocaram FOGO NO PAVIO (GOG) ou FOGO NA BOMBA( De menos crime)? A
REALIDADE É CRUEL no CAPÃO PECADO (Ferréz), ou para qualquer SUBURBANO CONVICTO
(Buzo).
COLECIONADOR DE PEDRAS (Sergio Vaz) ou não, os saraus de poesia que se
espalharam pela periferia, mostraram que não estamos aqui DE PASSAGEM, MAS NÃO
A PASSEIO (Dinha).
É o fino da Poesia, é o FINO DU RAP, é nóis TRAFICANDO INFORMAÇÃO (MV Bill). No
RAP é CADA GÊNIO DO BECO rimando na SLIM RIMOGRAFIA que a CONEXÃO DO MORRO não
para.
Através da VERSÃO POPULAR fomos criando nossa CONSCIÊNCIA HUMANA que o
movimento é pra todos, pro G pro H pro I e PROJOTA. Essa é minha VISÃO DE RUA
AO CUBO.
ATITUDE FEMININA não falta, FLORA MATOS.
Não tem coisa melhor do mundo que recitar poesia ouvindo a TRILHA SONORA DO
GUETO, porque a periferia é e sempre foi a FACÇÃO CENTRAL do bagulho.
EM PUNGA (Akins e Elizandra Mjiba) deram o recado, a RAPADURA é doce, mas não é
mole.
Essa poesia sempre percorreu a VIELA 17 e as favelas ao lado do oprimido, ao
lado do povo, na luta contra o racismo, o RAP é a música que está perguntando:
“Como vai seu mundo?” (Dexter).
Não temos o CORPO FECHADO (Thaíde e Dj HUM), mas também não temos medo, somos o
ELO EM BRASA, tanto faz no interior ou na ADEMAR, porque luta sem estratégia é
rifa, a gente sabe disso no BINHO ou na COOPERIFA, somos POTENCIAL 3, na
primeira potência. É poesia, é CRÔNICA é romance, literatura na veia.
DETENTOS DO RAP, não na vida, esse é o lema dessa literatura.
Somos brancos, índios, mameluco, essa nação é ZÁFRICA BRASIL, porra!
E o CRIOLO está cansado de ser estatística de chacina, EMICIDA, não homicídio,
entendeu? SOMOS NÓS A JUSTIÇA. KSL ou NSN?
“DEUS, OLHAI OS FILHOS DA PERIFERIA (N Dee Naldinho), mas é bom a gente ficar
de olho também.
Poesia é INQUÉRITO, morô? O Bagulho não é mínimo, é MAX B.O. Porque “Evoluir
crescer” (Tati botelho) é fundamental. Se gostar e passar kAMAU, chama o DOCTOR
MC´S porque vai ficar NEGREDO quando DBS e a quadrilha dominar o ritmo e a
poesia. Nessa TERRA PRETA onde DOM PIXOTE viu moinhos e dragões, o RAP É
COMPROMISSO NÃO É VIAGEM e RESPEITO É PRA QUEM TEM (Sabotage).
Não adianta julgar, O JUÍZ MAIS JUSTO É O TEMPO (Detentos do RAP).
Sérgio Vaz poeta da
periferia
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Alguma coisa tem que mudar por Repper Fiell
Quando nós do hip-hop narramos a
realidade vivida nas periferias do Rio de Janeiro e Brasil, muito acham que
somos apologista ao crime etc.
Muitos na última
manifestação 20/06 no centro do Rio, pela primeira vez sentiram os olhos
arderem por fumaça de bomba de gás lacrimogêneo e pimenta. Claro, não tô
dizendo que isso é bom, também sobrevivi a essa violência da PM nesta
manifestação e ainda tive amigo espancado e humilhado.
Mais a vida dentro
de uma favela é foda. Lá a bala é de aço. Faca na cabeça por parte do estado
assassino de Sergio Cabral e todos os outros que antecederam.
Hoje na favela da Maré o estado
está mostrando qual é o tratamento que tem para essa população sofrida sem
cidadania. PENA DE MORTE.
Já temos informação por comunicadores local, de
mais de 15 morte e outros que ainda não foram achados. Corpos são carregados em
carro de mal por policiais. Casas sendo invadidas e moradores sendo
assassinados por ser preto , pobre e favelado.
Qual é a solução, pedir não a violência? Ir para a
praia de COPACABANA fazer manifestação?
neste momento as lagrimas caem pela impotência, por
saber o que muitos favelados não sabem que vivemos em uma luta de classe, onde
o inimigo numero 1 é o sistema capitalista, que além de jogar todos nós nas
favelas, joga as armas as drogas e todas as policias...
Em nome de todos os mortes sendo envolvido com o
trafico ou não envolvido, não podemos aceitar essa pega de morte para favelado
de braços cruzados. Alguma coisa tem que mudar.
sábado, 22 de junho de 2013
De qual ângulo você vê o Maracanã? por André Lopes de Souza
No dia de sua reinauguração, uma parte do mundo
voltou seus olhos ao Maracanã, um dos principais templos do futebol.
Finalmente, um estádio brasileiro com cara de Europa, moderno, com assentos
numerados, gramado impecável e excelente iluminação. De todos os lugares é
possível ter uma visão completa do campo. A arquibancada ficou mais próxima, os
jogadores quase podem ouvir gritos individuais dos torcedores. Os problemas dos
altos preços das refeições e do baixo número de banheiros não comprometeram o
reencontro do povo carioca com seu maior amor. O Maracanã volta a ser uma das
cerejas do bolo da Cidade Maravilhosa.
Esse foi o discurso da mídia nos dias recentes,
repetido exaustivamente por várias reportagens. Mas, às vezes, as ausências nos
dizem mais do que o que é amplamente divulgado. Então, uma coisa em particular
me chamou a atenção. Onde estava a Mangueira? A Mangueira, uma das mais tradicionais
favelas cariocas, fica a uns 200m do estádio, contudo em pouquíssimos momentos
as imagens que retrataram o Maracanã no jogo de reinauguração incluíam a
comunidade. Os barulhentos helicópteros que sobrevoaram a região o dia todo
ficavam estrategicamente posicionados em cima da favela nos momentos em que a
TV colocava as imagens aéreas. Assim, os ângulos privilegiaram a paisagem
moderna da Tijuca e da Vila Isabel em detrimento do tradicional bairro da
Mangueira.
Da mesma forma que durante a transmissão, se
pesquisarmos no Google Imagens as palavras “Novo Maracanã” veremos que a
esmagadora maioria das imagens aéreas do estádio escondem a favela.
O jogo, transmitido a vários países, parecia que
precisava passar o recado de que o Brasil é um país sério e moderno, capaz de
realizar um evento de porte mundial. E, para conseguir convencer, precisamos
esconder aquilo que temos de mais “atrasado”, a favela.
Sintomáticas foram às várias reportagens brasileiras
que repercutiam a visão da mídia externa sobre suas impressões do novo estádio.
O Brasil moderno e competente precisava ser posto a prova. As notícias
repercutiam os altos preços do estádio, o fato de ter passado recentemente por
uma custosa reforma para o Pan-Americano e os atrasos na obra. Curiosamente, tais
fatos são menos comentados internamente.
Se esses temas encontram resistência na parcela
menos crítica da mídia, a grande soma de remoções em virtude de obras viárias é
sistematicamente ignorada. Na Rua São Francisco Xavier, há cerca de 300m do
estádio, temos várias famílias sendo removidas. Podemos ver várias faixas de
protesto com os dizeres: “Queremos trabalhar”, “Polo automotivo, orgulho da
cidade” se referindo as empresas de comércio de autopeças das quais as famílias
da região tiram seu sustento. As remoções são inevitáveis em muitas obras
públicas; o problema é que elas estão ocorrendo sem que se respeitem os
direitos dos cidadãos. Muitas vezes o traçado de novas vias é pensado
justamente para passar por comunidades, pois o preço da remoção é menor. Na
grande maioria dos casos os valores pagos pelo desalojamento e as condições de
reassentamento são insatisfatórias. Muitos blogs e trabalhos científicos nos
dão farto material sobre o tema.
O que fica claro nessa análise é que para a mídia
brasileira é mais importante relatar o que a imprensa externa achou do evento
do que produzir matérias dando voz a todos os interessados nos acontecimentos
relativos ao Novo Maracanã.
Mais que uma crítica à cobertura midiática,
questiono o sentimento de parte dos brasileiros de tentar esconder as misérias
de nossa sociedade. Ter favelas é uma coisa vergonhosa, principalmente em um
país que se orgulha de ser a sexta economia do mundo. Entretanto, se nos
envergonhamos dessa desigualdade, devemos resolver o problema, provendo a essas
áreas serviços de saneamento, regularização fundiária, escolas de qualidade,
transporte público eficiente, hospitais com atendimento digno, políticas de
segurança pública que não se baseiem na opressão, além de implementar
mecanismos que freiem a especulação imobiliária e que garantam o acesso à
moradia.
Evidente que para isso o Estado deve servir menos às
empresas e mais aos cidadãos.
Diante desse cenário, devemos refletir sobre quais são
as condições sociais que legitimam a visão de que é mais importante esconder a
favela do que dar cidadania. Dito de outra forma, devemos pensar o que faz com
que estejamos, como sociedade, mais atentos a demandas exteriores do que a de
nossos cidadãos. Enfim, qual é o motivo de se esconder as favelas? Quantas são
as violências implícitas em uma só imagem?
André Lopes de Souza é Geógrafo formado pela
UNICAMP.
souzalandre1@gmail.com
Branquearam o futebol por Juca Kfouri
Que perdoem os que vivem num país tão diferente que
imaginam não haver racismo no Brasil.
Que perdoem, ainda, os que diziam que a política de
cotas é que estabeleceria discriminação racial em nossas faculdades, o que os
fatos têm desmentido à exaustão.
Que perdoem, também, os complacentes de plantão que
a tudo justificam, até a entrega de estádios inacabados, sujos, com entornos
perigosos, por mais que as obras tenham estourado todos os prazos e quase
dobrado os custos.
Porque o preço médio do ingresso na reabertura do
Maracanã ficou na casa dos R$ 150!
Negros, no estádio, só os que lá foram para
trabalhar.
Dê uma olhada neste time, dos anos 80, convocado por
Telê Santana: Valdir Peres, Leandro, Oscar, Edinho e Pedrinho; Falcão, Sócrates
e Zico; Dirceu, Careca e Éder. Sabe o que ele tem de extraordinário, apesar de
jamais ter entrado em campo, embora os 11 tenham convivido na mesma
concentração para a Copa da Espanha? São todos brancos.
Fruto do momento em que a várzea perdeu para a
especulação imobiliária, do surgimento da escolinhas de futebol e, é claro, de
circunstâncias aleatórias.
Curiosamente, os maiores ídolos dos times mais
populares do eixo Rio-São Paulo eram brancos, Zico e Sócrates, filhos da classe
média.
João Saldanha se preocupava e apelava: "Não
acabem com os nossos crioulos!".
Do time que disputou a Copa de 1982, Luisinho,
Júnior, Toninho Cerezo e Serginho eram os titulares que davam o tom mestiço que
sempre caracterizou nossas seleções de Djalma Santos, Didi, Mané Garrincha,
Pelé, Zózimo, Amarildo, Jairzinho, Brito, Everaldo, Cafu, Aldair, Márcio
Santos, Mauro Silva, Mazinho, Romário, Ronaldos, Rivaldo, Roque Júnior,
Gilberto Silva, Kleberson, Roberto Carlos, para citar apenas os titulares
campeões mundiais.
Será que teremos de criar cotas também nos estádios,
para evitar que a elitização em marcha exclua ainda mais os excluídos? Se até
no velho Pacaembu, nos jogos mais cotados do Corinthians, é perceptível o
branqueamento, como será nos novos estádios da Copa-14, chamados impropriamente
de arenas?
Dia desses esta Folha fez certeiro
editorial sobre as oportunidades que a nova situação enseja para a modernização
do futebol brasileiro.
Organização, conforto, segurança e bons gramados,
tudo é essencial e há décadas se luta por isso.
Como não se deve esquecer de que o bom gestor do
negócio do futebol haverá de ser aquele profissional que, friamente, for capaz
de exacerbar a paixão.
Que perdoem as arenas, mas sem os crioulos a paixão
será absorvida pela areia virtual e movediça que as caracterizam, porque até do
ponto de vista puramente da língua elas são uma fraude, plastificadas, pasteurizadas
e higienizadas.
Juca Kfouri é formado em ciências sociais pela
USP. Com mais de 40 anos de profissão, dirigiu as revistas "Placar" e
"Playboy". Escreve às segundas, quintas e domingos na versão impressa
de "Esporte".
terça-feira, 18 de junho de 2013
Chegou a nossa vez por MC Maurício
Manifestações na cidade de São paulo junho/2013
Conversando com um amigo mencionei que estamos vivendo um período histórico em nosso país, não estamos mais saindo na rua para nos reunirmos em prol do futebol jogado pela seleção brasileira ou muito menos para requebrar no carnaval, que são duas culturas que trazem a nossa identidade, mas a anos se corrompeu e só se mantem no coração e na mente de quem viveu por amor a parada. As recentes manifestações nas capitais dos estados e nas grandes e médias cidades do Brasil é o reflexo não só do aumento agressivo no valor do transporte público, mas é toda a vontade de gritar que esta entalado na garganta referente aos crimes cometidos no Brasil desde a invasão pelos Europeus (isso desde em 1500).
O povo na rua reivindica a falta de educação pública de qualidade em todos os níveis de aprendizagem que incluem também uma maior atenção aos nossos queridos professores, melhores condições no tratamento a saúde nos hospitais públicos e mais profissionalismo, habitação para aqueles cidadãos que estão em áreas de risco ou mesmo aqueles que não tem onde morar, segurança pública para o público (e isso incluem os militares mal remunerados que estão a merce dos governantes), assim como, a revolta é pelo passado histórico de opressão violenta contra os negros escravizados, indígenas torturados, a má distribuição de terra ou melhor a falta dela em um país com magnitudes territoriais a nível continental, aos massacres nas cadeias, presídios, febem's, cárceres, penitenciárias, aos crimes ocultos da ditadura militar a mando dos estadunidenses, ao extermínio de jovens nas periferias e favelas. Junta tudo isso coloca na balança, o que pesa mais para o governo federal??? Nada. Prova disso é a FIFA vir aqui estupra, goza e quer mandar, dominar e aos nossos olhos estão os estádios de padrão europeu pros gringos assistirem os jogos e as pequenas comunidades ao redores dos estádios totalmente destruídas. Toda revolta tá nisso ae, é um pacotão lacrado de anos e anos sofrendo na mão do opressor.
O Brasil quer ser campeão, mostrar pra ONU e pro mundo que é capaz de elevar os números do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), mas na real sempre perde no quesito qualidade de vida que está ausente nos miseráveis do terceiro ou quarto, quinto mundo que diariamente movem as engrenagens na cidade, no campo (opá no campo tá tudo mecanizado e o padrão da agricultura é do porte de exportador), pois é desse jeito tudo nosso nada nosso!
E tem mais, a grande mídia braço gordo da política suja do nosso país, ainda insiste em querer manipular... Haverá no meio das manifestações aproveitadores que irão usufruir da nossa emoção e razão de luta, mas temos que ser inteligentes e espertos, pois nem sempre se dá a cara a tapa, ou melhor acho que todo dia se dá a cara a tapa, só que agora a voz não se cala mais!
Chegou a nossa vez de mudar, pelo menos não deixar que as coisas sejam futuramente como estão. Medíocres e vergonhosa! Brasil mostra a sua cara, disse o artista, assim como, Discurso ou Revolver, rimou o poeta. As ruas são o nosso palco e a cena somos nós que fazemos, calar-se não é a solução. Não se espantem, pois essa geração tem muito a dizer!
A revolta só está começando...
segunda-feira, 29 de abril de 2013
A ferida...
Sou a ferida exposta na rua caminhando à vontade
De mochila indo pra universidade,
Que os porcos e os ratos viram e engoliram secos
Esperava por um traficante, agora pagam um pequeno preço.
Nosso momento...
Estou em estado de paz
Quando sorrio ao ver sorriso da minha esposa
Após um simples beijo na boca
Faz com que o nosso laço seja mais forte
Selando um sonho o desejo na fé não na sorte
E poder seguir rumo aos objetivos e ambições
Expressando o sentimento que queima de amor nosso coração
Salientando em sensibilidade o tesão de nossas emoções.
Meu momento...
Vai na fé, propague a paz assim
que se faz
Não cultive a inveja, inveja mata
É só desgraça igual à cachaça...
Se encharcar embaça.
Fere o coração de quem no limite
dispõe
Da vida pra te socorrer. Falo da
mãe
Ô mãe, linda que Deus te guia e
ilumina!
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